terça-feira, 9 de junho de 2015

Canto III

Comungarão paulistas e baianos
Em celebração aos grandes feitos realizados
Calem se racistas e ruins paulistanos
Que eu cantarei meu ilustre poeta soteropolitano
Castro Alves mastro principal desta invencível caravela.
E que cessem todo o mal que uma maldita musa nos trouxe
Mãe de uma persistente, dolorida e maligna dor.
 Historia ocorrida de escravidão, mas então curada ferida
 por balsamo de rimas e do mais puro amor .


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