Silva nunca mais
será.
De Portugal sim a
língua mãe
Minha ultima flor do
Lácio
Mas banindo vestígios
E o que ainda insiste
e restou
de uma lusitana
ideologia do mal
A serviço do tráfico
De homens
que um dia
Foram tratados piores
Do que qualquer
pobre animal
Não quero
nem seus sujos
E tacanhos tamancos.
Nem suas armas e
barões
Outrora assinaladas
Por mim agora
Serão definitivamente esquecidas
mas nestas palavras
racionalmente
escritas
E por aqui
Já pos critas
Olho
e me vejo sempre
Assim
Como apenas
um pobre
e nada humilde
Cidadão.
João do Gueto

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